Bicicletários fechados em Curitiba poderão virar Bancas de jornal, cafés e floriculturas
Bicicletários fechados em Curitiba poderão virar Bancas de jornal, cafés e floriculturas

BicicletáioConstruídos em 2007 com a intenção de incentivar a utilização da bicicleta em Curitiba, os bicicletários instalados no Parque São Lourenço, no Jardim Botânico, no Centro Cívico, nas ruas da Cidadania do Pinheirinho e do Carmo e na Avenida Presidente Arthur Bernardes podem ter uma nova finalidade: Bancas de jornal, cafés ou floriculturas.

Com um histórico de negação, licitações falhas e o recente cancelamento de um contrato com a empresa que fornecia um serviço de locação e manutenção de bicicletas, os espaços voltam a ficar fechados e sem perspectiva de voltarem à atividade. Já em 2009 e 2010, jornais da capital alertavam para a insegurança, o acúmulo de lixos e o vandalismo nesses locais.

Assim, notada a dificuldade na utilização dos bicicletários, um pedido de informações, protocolado na Câmara Municipal de Curitiba, pretende saber se houve e quais foram os gastos com sua implantação e manutenção e ainda se há viabilidade de, na abertura uma nova licitação, que os espaços possam ser adaptados para a utilização como bancas de jornal, Cafés ou até mesmo por floriculturas.

Segundo Cristiano Santos (PV), autor do questionamento, os bicicletários estão localizados em pontos chave da cidade o que pode ser um grande atrativo para que possam ser novos locais de comércio.

“Os bicicletários estão em ótimas localizações na cidade, são subutilizados desde sua criação e havendo a possibilidade da cessão para que neles sejam abertas bancas de jornal, floriculturas ou mesmo Cafés, acredito que estes locais poderão se tornar pontos com grande fluxo de pessoas”, comentou Cristiano.

Outro ponto favorável a proposta, segundo informação da Secretaria de Urbanismo de Curitiba, desde 1997 não é aberto edital para licitação de novos espaços para abrigar Bancas de jornal e derivados na cidade.

Protocolado nesta terça-feira (15) o pedido será encaminhado para a Prefeitura que tem o prazo de até 30 dias para analisar e responder o questionamento.

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