Cristiano Santos questiona constantes problemas com os ônibus do transporte público de Curitiba
Cristiano Santos questiona constantes problemas com os ônibus do transporte público de Curitiba

Cada vez mais comuns, os problemas com veículos do transporte público da Capital vem gerando desconforto e descontentamento aos passageiros que, além da superlotação e custo elevado para utilização do sistema, não tem a certeza se irão chegar ao destino sem nenhum imprevisto.

Esse crescente aumento no número de ocorrências de veículos fora de operação por problemas mecânicos motivou um questionamento oficial do vereador Cristiano Santos (PV). O pedido buscou saber a idade média dos veículos em operação, se há veículos fora do prazo de validade operando, e o número de ocorrências registradas com os veículos desde o dia 01/11/2016.

Em resposta ao questionamento, dos 3 consórcios vigentes na cidade (Pontual, Transbus e Pioneiro), a média de idade dos ônibus é de pouco mais de 7,5 anos, contudo há veículos com até 13 anos, e ainda em circulação. Além disso, quase 20% da frota ultrapassam os 10 anos de operação.

Esses fatores contribuem para as mais de 500 ocorrências mensais registradas entre novembro/2016 e fevereiro/2017. Os principais motivos relatados nas mais de 2500 ocorrências são: danos na carroceria (792), problemas com motor (780), falhas no sistema elétrica (231), Pneus (194), transmissão (185) e falha no sistema de ar comprimido (128).

“Nosso transporte publico já foi modelo para várias cidades em todo o mundo e hoje mal tem conseguido atender a população de Curitiba e região que depende dos ônibus. Agora que sabemos onde estão os problemas podemos cobrar providência para que milhares de pessoas deixem de ser prejudicadas diariamente”, comentou Cristiano.

Com as informações, o passo seguinte será estabelecer um estudo para verificação efetiva do uso dos veículos já que seu valor de compra deve ser amortizado com o valor pago pela tarifa técnica ao longo do período estabelecido como vida útil de utilização. Extrapolado este prazo, os veículos que se mantém em operação podem representar pagamento indevido às empresas responsáveis.

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